Como hoje é segunda feira e muitos dos quais não gostam desse dia, aproveito para passar a todos uma mensagem que minha irmã Simone me enviou. Eu achei esse texto super oportuno para o início da semana, pois poderemos refletir sobre nós mesmos e nossos relacioamentos. Eu particularmente me reconheci em vários momentos lendo esse texto, quem sabe o mesmo não acontece com vocês.
Um grande abraço a todos e boa leitura.
Tanto faz se é amorosa, só amizade ou de trabalho, mas está cada vez mais complicado fazer e manter relacionamentos interessantes.
Pelo menos é o que se vê por aí. Casais vivendo no maior tédio, amizades que só se justificam por interesse e encontros que não resultam em nada. Parece que ter coisas novas para contar, e paciência para ouvir estão em desuso.
Foi-se o tempo em que se jogava conversa fora, se caminhava com um amigo só pelo prazer da companhia ou se convidava alguém para um cafezinho porque o papo era bom. A verdade é que se manter interessante, interessado e disponível é mesmo muito complicado. Para isso é preciso ter interesse pelo outro, viver para aprender coisas novas e querer compartilhar.
Claro que não dá para mudar o jeito de ser das pessoas da noite para o dia. Mas não é tão difícil entender que procurar aprender, puxar conversa e ouvir o que os outros têm para contar pode trazer boas surpresas. Para os que não perderam a fé nos relacionamentos desinteressados e interessantes seguem sugestões:
Quem tem parceiro ou quem não tem precisa reciclar o papo constantemente e prestar atenção para não se repetir. A melhor coisa é procurar se informar, ler, ir ao cinema, ouvir música e se tiver “grana” e tempo, estudar. Não existe nada que rejuvenesça mais - o espírito, é claro - do que aprender coisas novas. Vale estudar a sério, fazer cursos sobre vinhos, massagem erótica, palhaço ou de qualquer outra coisa. A idéia é ter assuntos diferentes, ter coisas novas para contar.
Se interessar pelo outro. Ouvir o que a outra pessoa tem a dizer, não ficar cortando quem está falando ou desmerecendo o que está sendo dito. Não se achar a melhor “bolacha do pacote”. Permitir que o outro brilhe.
Não ser prepotente e começar as frases com: ”Você não entende...”, “Não é isso...” “Imagine, você está enganado...” “Você não sabe o que fala.” Esse jeito de falar além de desmerecer, desestimula qualquer papo.
Falar em pequenas quantidades. Quem fala muito não ouve e não presta atenção quando as pessoas deixaram de ouvir. Falar é como remédio precisa ser bem dosado. Nem de mais, nem de menos. Deve-se fazer como na história do médico do interior que nunca curava completamente uma doença para não perder o paciente. Fazendo assim, o assunto vai longe e se dá chance para o outro contribuir na conversa.
Não querer ser o centro do universo. Se não entender ou não gostar do que está sendo falado, mas estiver num grupo não interrompa. Se não quiser ouvir saia, mas não seja o “estraga prazer” que vai querer mudar o rumo da conversa. Lembrar que cada um tem seus próprios interesses e não tentar impor o seu é o máximo da elegância.

3 comentários:
Fala aí povão!!!! Olha luiz, muito interesante e verdadeiro o texto de sua irmã, pena que muita gente não sabe respeitar o espaço das pessoas do seu convivio, mas acho que a idéia de ler, voutar a estudar, enfim aprimorar seus conhecimentos, já é um belo começo para ser no mínimo sociavél....bjim galera
pela enorme quantidade de comentários é possível avaliar o interesse que as pessoas tem em coisas sérias e que realmente valem para ser levadas na bagagem do conhecimento... aí Luizão conta uma piada
" A diferença entre os bons e os melhores está na aptidão para ajudar... Quando nos dispomos a ajudar alguém, DEUS nos ajuda a ajudar essa pessoa."
A filosofia aplicada nos torna melhores dia apos dia.
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